O Potencial do Brasil para a Energia Solar Fotovoltaica



Publicado em 27 de agosto de 2021

A energia solar fotovoltaica é um mercado em crescimento em todo o mundo, e o Brasil tem se destacado nessa área. De acordo com o relatório da Agência Internacional de Energia (IEA) em parceria com o Programa de Sistemas de Energia Fotovoltaica (PVPS), em 2020, o Brasil ficou em nono lugar no ranking mundial de países com maior capacidade anual instalada, com 3,1 GW. O país ficou atrás de grandes potências como União Europeia, Japão, Alemanha, China e Austrália, mas conseguiu passar na frente de países referência no mercado como Holanda e Itália. 

Essa foi a melhor colocação obtida pelo Brasil no ranking mundial, que embora já tivesse estado como décimo colocado no top 10 em 2017, tinha caído para o 11º e 12º lugar nos anos seguintes.

Segundo a IEA, o país se tornou “o mercado mais dinâmico da América Latina”.

Esse crescimento demonstra a capacidade do setor de crescer até em momentos adversos, como a pandemia de COVID-19. Aliás, a pandemia de COVID-19 pode ter contribuído para o crescimento da energia solar fotovoltaica no país. Com a população passando mais tempo em casa e trabalhando no sistema home office, a conta de luz começou a pesar no bolso do brasileiro.

Além disso, com a crise hídrica que já afeta o Brasil há alguns anos e a bandeira vermelha na conta de luz, muitos brasileiros buscaram outras alternativas sustentáveis, seguras e que trariam uma economia nas contas no fim do mês.

Cabe lembrar também que, com a retomada econômica do pós-pandemia, haverá um aumento das necessidades energéticas das empresas.

Estar em nono lugar neste ranking é definitivamente um avanço, mas continua sendo pouco para o Brasil, que é um dos países que mais recebe irradiação solar no mundo. Por estar tão perto da linha do Equador, o Brasil recebe alta incidência de sol durante todo o dia, tendo poucas variações durante as estações do ano. Isso faz com que o país receba 3 mil horas de brilho do sol por ano, o que corresponde a uma incidência solar de 4.500 a 6.300 Wh/m² diariamente, de acordo com dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar.

Por ser a região mais próxima da linha do Equador, o Nordeste é a parte do Brasil com maior potencial para a energia solar fotovoltaica com 5,9 kWh/m² anuais. Logo depois estão o Centro-Oeste e o Sudeste, seguidos pelo Norte, que por suas características climáticas recebe menos incidência solar. A região Sul vem por último com 5,0 kWh/m² anuais, uma diferença pequena das outras regiões. 

Segundo Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, o Brasil tem totais condições de assumir ainda mais protagonismo e liderança no desenvolvimento do setor. Para ele, isso será possível com a adoção de políticas e programas que combatam o aquecimento global e que promovam a tão desejada e necessária transição energética sustentável.

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