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Energia solar será a forma de eletricidade mais barata, até 2020

Postado por: Ricardo Anders - Em: 07/10/2016

Tendo quadruplicado a expansão no dois últimos anos e tendo 110 plantas de usinas fotovoltaicas em construção, o Brasil hoje ultrapassou a barreira das 5.000 conexões de energia solar (dados até agosto/16). Esse são vestígios do futuro, próximo, com foco nas energias renováveis.

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Segundo pesquisas do Ministério do Meio Ambiente, a promessa é de que a energia solar chegue a 8.300 MW de capacidade instalada até 2024 e que  em 2050, 18% das residências utilizem a eletricidade solar fotovoltaica.

Atualmente, os capitais como Fortaleza, Belém, Recife, Rio de Janeiro, Curitiba e Goiânia possuem uma excelente resultado nos projetos de baixa tensão realizados em pequenas empresas, em condomínios residenciais, hospitais, shopping centers e residências. Estima-se que em 2020 a energia solar será a maneira mais barata de gerar eletricidade, esse preço diminuirá em 60% até 2040.

“A vantagem da energia solar comparada a outras iniciativas sustentáveis, é que não vamos modificar radicalmente as práticas existentes. A energia solar vem para agregar e com a decorrer dos anos se transformará no melhor alternativa econômica e ambiental” afirma Marcel Haratz, especialista em energias limpas.

Dentre os benefícios Haratz menciona o fato de ser uma fonte de energia renovável e abundante, a previsibilidade nos custos e a redução da dependência das distribuidoras locais. Outras vantagens são a durabilidade cerca de 20 a 25 anos nas placas solares fotovoltaicas e a capacidade de alcançar áreas remotas.  Ele considera como dificuldades a falta de conhecimento sobre a tecnologia fotovoltaica, financiamento dos projetos e o imediatismo da sociedade brasileira por mudanças.

Na opinião de Haratz atualmente não há um apoio amplo por parte do poder público, porém afirma que iniciativas tal como o Sistema de Compensação de Energia Elétrica através das Condições Gerais de Fornecimento, a Resolução Normativa nº 414/2010 já são uma excelente início. O Sistema que entrou em vigência desde março deste ano, possibilita a utilização das fontes renováveis destinado o a micro geração de energia. Se porventura a quantidade de energia gerada na decorrer de um determinado mês for superior à consumida os consumidores recebem créditos que podem ser usados para reduzir o valor das faturas dos próximos meses.

Além de cuidar do meio ambiente, o investimento em energia solar criará milhares de empregos no país. Segundo a Agência Internacional de Energias Renováveis, o setor fotovoltaico vai gerar 90 mil empregos até 2018.

Fonte: Catraca Livre; Envolverde.